Abertura para a copa do mundo, mas não para o mundo

By Patricia Ellen and Jaana Remes

The Brazilian economy remains relatively detached from the rest of the world—and the opportunities for growth that other countries are realizing in a more interconnected global economy. As new markets open, Brazil has a crucial opportunity to weigh the state of its connections with the global economy, write Patricia Ellen and Jaana Remes in the Brasil Post (in Portuguese).

Com a chegada de uma multidão de fãs de futebol de todo o planeta, os brasileiros acolhem o mundo para uma longa festa. Neste momento, o Brasil é o centro do universo esportivo e a Copa do Mundo parece ter aumentado a curiosidade dos brasileiros em relação aos estrangeiros. Os brasileiros sem dúvida não perdem para ninguém em termos de hospitalidade e receptividade. Ironicamente, a economia brasileira continua relativamente apartada do restante do mundo - e das oportunidades de crescimento que outros países estão concretizando em uma economia global mais interligada.

A caótica corrida para dar os toques finais nas arenas e na infraestrutura da Copa Mundial pôs a descoberto o crônico déficit de infraestrutura do Brasil. Não é surpresa que o Fórum Econômico Mundial classifique a qualidade da infraestrutura do Brasil em 114º lugar em uma lista de 148 países. A deficiência de estradas pavimentadas, ferrovias e capacidade portuária torna difícil para as empresas locais chegar até a população espalhada pelo Brasil - e ainda mais difícil para exportar. Essas deficiências, aliadas a uma grande burocracia, barreiras comerciais e impostos elevados, dão origem ao tristemente famoso "custo Brasil", que impede a economia de tirar pleno proveito do rápido crescimento dos fluxos comerciais globais.

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