Lisboa

Projectos fora de Portugal

Trabalhar noutros países

Na McKinsey a maior parte dos consultores tem a oportunidade de conhecer alguns dos nossos escritórios no decurso da sua actividade — quer durante um projecto para um cliente desse país, quer pela necessidade de aprofundar uma análise in loco, apoiar uma equipa local, ou participar num programa de formação, por exemplo.

Em todas estas experiências há um claro denominador comum. Todos reconhecem que as oportunidades internacionais associadas a uma carreira na McKinsey constituem uma mais-valia inestimável do ponto de vista do enriquecimento pessoal e do desenvolvimento profissional. Adicionalmente, o ritmo inusitadamente acelerado a que as coisas acontecem é um dos grandes atractivos da McKinsey, superando frequentemente as expectativas dos nossos consultores.

Tiago

Menos de um ano após ingressar na McKinsey, o Tiago teve oportunidade de trabalhar na Áustria. Um dos aspectos que justamente o tinha atraído na proposta da McKinsey era a possibilidade de adquirir experiência a nível internacional. Após um projecto para um cliente português, que incluiu o desenvolvimento de modelos inovadores, foi para Viena, onde colaborou com um cliente austríaco da McKinsey no desenvolvimento e implementação de modelos similares.

“Fui integrado numa equipa verdadeiramente internacional, com consultores provenientes da Áustria, da Alemanha, da Suíça e de França. Durante os 2 meses que durou o projecto, estive em contacto com culturas de cliente e de trabalho distintas, tendo a oportunidade de conhecer várias empresas congéneres em diferentes países europeus.”

Esta foi uma experiência que proporcionou ao Tiago uma percepção clara da natureza do trabalho que levamos a cabo em todo o mundo, reforçando a sua convicção de que a McKinsey, pelas oportunidades internacionais que proporciona, é o melhor lugar para adquirir perspectivas verdadeiramente globais.

Carlos

Também para o Carlos um dos aspectos que o atraiu na McKinsey foi a possibilidade de adquirir experiência internacional, aspiração que tem tido oportunidade de concretizar, nomeadamente através da participação em projectos noutros países e integrando equipas multinacionais em projectos locais.

No estrangeiro, já trabalhou em cidades como Paris, Madrid, Rio de Janeiro ou ainda as mais exóticas Casablanca ou Luanda.

Para além de considerar que estas experiências são muito enriquecedoras do ponto de vista pessoal, valoriza bastante a oportunidade de trabalhar com pessoas de nacionalidades diferentes, e de aprender com a diversidade cultural que caracteriza estas equipas.

“Existe uma tendência no escritório de Lisboa no sentido de reforçar a experiência internacional, aumentando o intercâmbio de consultores com outros escritórios e também o número de clientes com quem trabalhamos noutros países.”

Gaby

A Gaby é provavelmente uma das consultoras que mais tem beneficiado do programa de mobilidade da McKinsey. Desde os seus tempos de Fellow, altura em que participou num projecto que abrangeu 15 mercados europeus, até ao presente ano em que já trabalhou em Espanha, Itália, Chipre, Polónia e, mais recentemente, Rússia, a experiência internacional tem sido uma das principais mais-valias da sua carreira.

“O passo verdadeiramente decisivo em termos de mobilidade foi a minha transferência do escritório de Colónia para o de Lisboa. Tenho aprendido imenso desde que estou em Portugal, tanto a nível profissional—uma vez que tenho trabalhado em sectores em que não teria oportunidade de trabalhar se tivesse permanecido na Alemanha—como a nível pessoal, sobretudo em termos de me habituar à forma de trabalhar dos portugueses (o que às vezes se revela difícil para uma alemã!). O mais surpreendente para mim continua a ser o facto de a McKinsey conseguir efectivamente conciliar uma forma de actuação profissional verdadeiramente global—permitindo que consultores provenientes de qualquer ponto do mundo funcionem a 100% como uma equipa desde o primeiro dia—com as especificidades e idiossincrasias de cada escritório local.”

Pedro

Tendo considerado desde o princípio a possibilidade de trabalhar no estrangeiro como um dos principais atractivos da McKinsey, o Pedro desde os seus primeiros dias na McKinsey procurou a oportunidade de concretizar esse desejo. É famosa no escritório de Lisboa a sua frase “tenho as malas sempre feitas”.

E foi assim, 2 meses após a sua entrada, que o Pedro participou num projecto na Roménia, integrado numa equipa que tinha elementos de variadíssimos países — romenos, búlgaros e outros provenientes de países bem mais distantes, nomeadamente um mexicano.

“O projecto da Roménia foi dos maiores desafios que enfrentei, tanto a nível profissional como pessoal. As circunstâncias fizeram com que aterrasse em Bucareste poucos dias depois de a Roménia ter entrado na União Europeia e o entusiasmo, a alegria, a confiança no futuro daquele povo ficaram-me como uma imagem que nunca esquecerei. Outra das vertentes que me deu muito gozo, e que considero ser das experiências mais enriquecedoras que se podem ter, é o facto de podermos contribuir de forma directa para a expansão internacional dos nossos clientes portugueses. Sentimo-nos quase numa missão patriótica!”

Da sua própria experiência, o Pedro não tem dúvidas em afirmar que “a McKinsey foi o complemento perfeito para quem, como eu, queria fazer uma carreira em Portugal, tendo ao mesmo tempo a possibilidade de realizar com frequência projectos de alguns meses noutros países, noutras culturas e de me enriquecer em termos pessoais”.